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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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URSOS POLARES VÃO EXTINGUIR-SE SE O AQUECIMENTO GLOBAL NÃO FOR TRAVADO

Mäyjo, 24.06.17

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Os ursos polares vão extinguir-se caso o aquecimento global não seja travado. A conclusão é de um novo estudo elaborado pelo Governo dos Estados Unidos.

 

No documento, onde a administração de Obama traça um plano de recuperação para a espécie, os Serviços de Pesca e Vida-Selvagem indicam que “o passo mais importante a dar para a conservação do urso polar é uma acção decisiva para travar o aquecimento no Árctico”, cita o Independent.

“Se não houver acções que travem efectivamente a causa primária da diminuição do gelo do mar, é improvável que os ursos polares sobrevivam”, lê-se no documento.

Os ursos polares alimentam-se, acasalam e dão à luz no gelo flutuante. Porém, nos últimos anos, com o aumento da emissão de gases com efeito de estufa e consequente aumento do aquecimento global, as plataformas de gelo flutuante têm vindo a diminuir. Se não houver gelo flutuante no Árctico será muito difícil a esta espécie conseguir sobreviver.

Estima-se, actualmente, que a população mundial de ursos polares seja de 20.000 a 25.000 espécimes.

Foto: Andy Silver / Creative Commons

A vida na aldeia de Shishmaref

Mäyjo, 18.06.17

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COMO A ALDEIA ÁRCTICA DE SHISHMAREF LUTA CONTRA AS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS 

 

NAÇÕES DO ÁRTICO UNEM-SE PARA TRAVAR A PESCA COMERCIAL NA REGIÃO DO PÓLO NORTE

Mäyjo, 05.06.17

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Oito nações com território na região do Ártico assinaram um acordo para travar a pesca comercial nas águas do Pólo Norte. O documento, que foi assinado por países como os Estados Unidos, Rússia, Canadá, Noruega e Dinamarca, é uma resposta às alterações climáticas, que estão a provocar o derretimento do gelo no Oceano Ártico.

 

Estima-se que as águas árticas já não tenham stocks comerciais de peixe, mas o derretimento de gelo atrai vários peixes mais para norte, nomeadamente o bacalhau.

O acordo vai “evitar um problema antes do tempo”, indica o vice-secretário assistente de Estado para os Oceanos e Pesca dos Estados Unidos, David Balton, cita o Guardian. “Muito pouco é sabido sobre esta área oceânica”, acrescenta.

“As alterações climáticas estão a afectar os padrões migratórios dos stocks de peixe”, indica o ministro dos Negócios Estrangeiros da Noruega, Boerge Brende. De acordo com o governante, todos os países com território na região do Ártico têm a responsabilidade de proteger as águas internacionais, começam 200 milhas náuticas depois das respetivas costas.

O acordo foi negociado em Fevereiro de 2014 na Gronelândia e deveria ter sido assinado em Junho de 2015. As tenções entre a Rússia e a Ucrânia atrasaram, porém, a assinatura do documento.

Os Estados signatários do acordo querem agora que outras nações – como a China, Coreia do Sul, Vietname e todos os países da União Europeia – se comprometam a não pescar nas águas árticas.

Foto: drjerryfowler / Creative Commons

ÁRTICO BATEU RECORDES DE CALOR NO ÚLTIMO ANO

Mäyjo, 18.12.16

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Já é oficial. A temperatura média anual registada nas áreas terrestres do Ártico é a mais elevada desde que há registos. Este valor record corresponde a medições realizadas entre Outubro de 2015 e Setembro de 2016.

 

Em Setembro terminou o período de doze meses em que se fizeram os últimos registos. O relatório de 2016 sobre o Ártico refere uma massa de ar quente que desencadeou a fusão massiva de gelo na região e provocou o atraso da chegada do Inverno. Neste documento, revisto por 61 cientistas de todo o mundo, assume-se que as temperaturas médias deste último ano foram as mais altas de sempre desde que há registos.

Publicado pela agência governamental dos EUA para a Atmosfera e os Oceanos (NOAA, na sigla em Inglês), no relatório Jeremy Mathis, director do programa de investigação sobre o Ártico que está a ser desenvolvido na NOAA, afirma: “Raramente se viu o Ártico evidenciar um tão claro, forte ou acentuado sinal de persistente aquecimento e os seus efeitos em cascada no ambiente do que este ano”.

O Ártico está a aquecer a uma velocidade que é o dobro da do resto do planeta, que em 2016 também deverá registar o ano mais quente dos tempos modernos. Os cientistas climáticos referem as razões para o aumento da temperatura: a queima dos combustíveis fósseis, que emite gases com efeito de estufa para a atmosfera e a tendência de aquecimento do oceano associada ao El Niño, que terminou em meados do ano mas exacerbou o aquecimento, foram os fenómenos mais destacados.

Actualmente a temperatura média anual do Ártico em terra supera em 3,5 graus Celsius a registada em 1900. Por outro lado, a temperatura da superfície do mar no pico do Verão, em Agosto de 2016, esteve 5ºC acima da média do período 1982-2010 nos mares de Barents e Chukchi, bem como nas costas leste e oeste da Groenlândia.

Foto: Javi Parri / Creative Commons

 

O Ártico nunca foi tão quente

Mäyjo, 16.12.16

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O Ártico bateu recordes de calor no período de 12 meses terminado em setembro, quando o ar quente desencadeou uma fusão massiva de gelo e neve e atrasou o gelo do inverno, divulgaram os cientistas ontem.

A avaliação letal foi feita no relatório sobre o Ártico relativo a 2016, um documento revisto por outros cientistas que não os seus autores, feito por 61 cientistas de todo o mundo, que é publicado pela agência governamental dos EUA para a Atmosfera e os Oceanos (NOAA, na sigla em Inglês).

O documento cobre o período de outubro de 2015 a setembro de 2016, um período em que “a temperatura média anual sobre as áreas terrestres (do Ártico) foi a maior desde que há registos”, como se salientou.

“Raramente se viu o Ártico evidenciar um tão claro, forte ou acentuado sinal de persistente aquecimento e os seus efeitos em cascada no ambiente do que este ano”, afirmou Jeremy Mathis, diretor do programa de investigação sobre o Ártico que está a ser desenvolvido na NOAA.

A região do Ártico continua a aquecer a uma velocidade que é o dobro da do resto do planeta, que também deve ter em 2016 o ano mais quente dos tempos modernos.

Os cientistas climáticos disseram que as razões para o aumento da temperatura incluem a queima dos combustíveis fósseis, que emite gases com efeito de estufa para a atmosfera, bem como a tendência de aquecimento do oceano associada ao El Niño, que terminou em meados do ano mas exacerbou o aquecimento.

A temperatura média anual do Ártico em terra supera em 3,5 graus Celsius (ºC) a registada em 1900.

A temperatura da superfície do mar no pico do verão, em agosto de 2016, esteve 5ºC acima da média do período 1982-2010 nos mares de Barents e Chukchi, bem como nas costas leste e oeste da Gronelândia